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Jingle na estratégia de marketing: o contagiante poder de reter memórias

O jingle é uma das mais antigas estratégias utilizadas pelo Marketing. Estudos apontam que o primeiro jingle tenha surgido nos Estados Unidos, na década de 1926 para divulgar um cereal matinal. Não demorou muito para a novidade chegar no Brasil. Em 1932, o compositor Antônio Gabriel Nássara escreveu o 1º jingle brasileiro para anunciar a padaria Bragança, no Rio de Janeiro, nas ondas do rádio. 

Embora seja uma forma centenária de se comunicar, continua assertiva para diferentes produtos e planos. Mas, não é difícil entender os motivos que levam aos resultados alcançados por essa técnica. Afinal, essas canções curtas – marcadas por terem menos, ou pouco mais de um minuto – são feitas para serem acessíveis, contagiantes e de fácil memorização. Logo, são capazes de construir, elaborar e reter memórias sobre uma marca e/ou produtos e serviços. 

 

Jingles e o seu grande poder 

Seria exagero dizer que os jingles foram os primeiros “virais” na era pré-internet? Bom, não necessariamente. Quem foi criança na década de 1990, por exemplo, sem dúvidas ainda se recorda da clássica “pipoca na panela, começa a arrebentar. Pipoca com sal, que sede que dá. Pipoca e Guaraná, que programa legal”. Ou, então, dos versos “o gato mia, o cachorrinho late, o rinoceronte só quer leite Parmalat” e o final, sempre marcante, “tomou?”. 

Para permanecer na memória, após tanto tempo, o jingle precisa ser bom. Porém, o efeito de curto e médio prazo também são significativos e, consequentemente, se aproximam do que hoje entendemos como conteúdos viralizados. A eficiência, nesse caso, depende diretamente do conteúdo e da forma. E, assim como outras estratégias, deve ser elaborado para motivar, despertar empatia e persuadir o público-alvo de impacto. 

 

Quando e como produzir um jingle? 

Mas, quando é indicado utilizar essa técnica? Os pesquisadores Robson Vanderlei Alves de Andrade e Heloísa Araújo Duarte Valente (2017, p. 39), em um artigo publicado na Revista Mediações, foram categóricos ao concluírem que o jingle “cumpre muito bem o seu papel no contexto da publicidade, seja para vender ou divulgar um produto e até mesmo firmar uma marca no mercado”. Em outras palavras, significa que pode ser amplamente utilizado para esses propósitos. 

É comum que, atualmente, os jingles estejam mais associados com as campanhas políticas. No entanto, as redes sociais como Tik Tok e a plataforma Reels do Instagram comprovaram que os áudios e músicas continuam cativando o público consumidor. Para aplicar essa modalidade no seu perfil ou de um cliente, não abra mão de realizar um bom planejamento, pois existem aspectos que não devem passar despercebidos. 

Dentre os fatores que devem ser levados em consideração, a eficiência e a avaliação dos riscos se destacam. Isso significa compreender se a persona ou o perfil de cliente ideal da marca tem potencial para ser impactado por um conteúdo produzido dessa maneira. Outra questão é o modo de trabalhar o argumento. Para desenvolver uma sonoridade rítmica agradável e de fácil assimilação é indispensável trazer rimas inteligentes, formadas com frases curtas. 

– O impacto nas vendas

Nada melhor do que ter bons exemplos para se inspirar, não é mesmo? No agora distante ano de 2002, a Nissan teve um crescimento de 81% nas vendas após lançar uma campanha pouco polêmica. Certamente você deve se recordar do melódico jingle: “pônei maldito, pônei maldito venha com a gente atolar… odeio barro, odeio lama – que nojinho! – não vou sair do lugar”. Essa campanha mesclou personagens fofos, com jingle e a exposição do produto. O resultado? Mais vendas. 

E então, acredita que vai ser possível soltar a criatividade e criar um jingle? Gostou desse texto? Quer conferir outros conteúdos produzidos por nós? Clique aqui para ler outros artigos do nosso blog. Conecte-se também com a Grifo Propaganda pelas redes sociais: Facebook, Instagram, LinkedIn e confira alguns de nossos trabalhos na plataforma Behance. Fique ligada(o) e não perca nossas novidades.